Combinação de tecnologias no fluxo cirúrgico: quando ela realmente faz sentido?
Mais do que ampliar o arsenal disponível, a decisão precisa contribuir para um procedimento mais consistente, funcional e aderente à realidade do cirurgião.
Mais do que ampliar o arsenal disponível, a decisão precisa contribuir para um procedimento mais consistente, funcional e aderente à realidade do cirurgião.
O mercado médico ainda acha que tecnologia é custo, quando, na verdade, é capital de marca.
Durante muito tempo, a cirurgia plástica associou alta performance a um conjunto relativamente superficial de indicadores: volume cirúrgico elevado, domínio técnico isolado, forte presença nas redes sociais e até mesmo a atração de pacientes high-ticket. Esse discurso ainda circula com força no mercado e muitos profissionais continuam acreditando nele. O problema é que essa visão, … Ler mais
A cirurgia moderna não é uma disputa de força física, mas um exercício de inteligência aplicada, no qual ergonomia, eficiência de movimento e tecnologia se tornam os principais fatores de performance.